Metodologia
Este estudo foi compilado no NotebookLM com fontes de consultorias e big techs, apoiado por Deep Research do Google. A síntese aponta 4 grandes movimentos para 2026.
1. IA se torna “invisível” e ubíqua
IA deixa de ser feature e vira infraestrutura. Assim como ninguém fala “vou usar a internet” para abrir um app, IA vai estar embutida em tudo — do editor de texto ao ERP — sem que o usuário perceba.
2. Agentes autônomos tomam decisões de negócio
Agentes de IA vão além de responder perguntas: eles executam tarefas, tomam decisões e interagem com sistemas. Isso muda a dinâmica de governança corporativa.
Warning
Prepare governança para agentes: risco, auditoria e responsabilidade. Quem responde quando um agente toma uma decisão errada?
3. Habilidades humanas viram diferencial
Com IA fazendo o operacional, as habilidades que diferenciam profissionais são:
- Pensamento crítico
- Comunicação clara
- Liderança e empatia
- Criatividade e visão estratégica
Tip
Invista em habilidades humanas. Quanto mais IA automatiza, mais valor tem quem sabe pensar, comunicar e liderar.
4. Custo de infraestrutura de IA cresce e passa a ser cobrado
Inferência e treinamento de modelos custam caro. Em 2026, esse custo entra no P&L das empresas de forma explícita. FinOps para IA não é mais opcional.
Ações práticas
- Prepare governança para agentes (risco, auditoria, responsabilidade)
- Invista em habilidades humanas (pensamento crítico, comunicação, liderança)
- Planeje FinOps/chargeback para IA: custo de inferência/treino entra no P&L
Publicado originalmente no LinkedIn.