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IA generativa com bom senso: quando RPA é melhor

August 1, 2025
1 min read

O hype vs a realidade

Com o boom da IA generativa, muitas empresas querem colocar IA em tudo. Mas a verdade é: nem tudo precisa ser automatizado com IA. Para algumas tarefas, o toque humano é essencial. Para outras, RPA tradicional resolve melhor.

Quando IA generativa agrega valor

  • Classificação de textos ambíguos
  • Geração de conteúdo personalizado
  • Análise de sentimento e contexto
  • Resumo de documentos longos
  • Tradução com nuances culturais

Quando RPA é melhor

  • Integrações entre sistemas (API para API)
  • Extração de dados estruturados
  • Preenchimento de formulários
  • Movimentação de arquivos
  • Tarefas com regras 100% determinísticas
Tip

Use critério: valor, risco, custo, latência e necessidade de explicabilidade. Combine IA + RPA quando fizer sentido — IA classifica, RPA executa.

O framework de decisão

Antes de colocar IA em um processo, pergunte:

  1. A tarefa é ambígua? Se não, RPA resolve
  2. Precisa de explicabilidade? IA generativa é caixa preta
  3. Qual o custo por execução? IA custa mais por chamada
  4. Qual a latência aceitável? RPA é mais rápido
  5. Qual o risco de erro? IA pode alucinar
Warning

Mantenha humano no loop em decisões sensíveis e comunicações externas. IA generativa pode alucinar — e em contextos críticos, isso é inaceitável.

Conclusão

O ponto central é decidir onde IA realmente agrega valor vs onde só adiciona custo e complexidade. Bom senso é a melhor ferramenta.


Publicado originalmente no LinkedIn.